Cava do Viriato_Viseu
O projecto de recuperação do monumento e da envolvente da cava do Viriato vem dar continuidade às actuações previstas pelo Programa Polis que define a intervenção num espaço territorial de grande diversidade, que se pode dividir em três áreas essenciais: Monumento da Cava do Viriato, Parque da Feira, e Parque dos açudes. O projecto sugere uma intervenção imensa mediante um elemento unificador: um percurso. Este elemento, na sua simplicidade, permite que um lugar extenso, complexo e de difícil relação com a cidade seja facilmente identificado como um todo.


O conjunto das intervenções pode ser enquadrado em cenários distintos:
- O espaço da Cava de Viriato, o tratamento do espaço público do monumento no âmbito da sua dignificação, salvaguarda a integração funcional;
- Os espaços de acompanhamento de arruamentos onde se promove uma intervenção de qualificação do espaço público e de integração, numa lógica coerente, de um conjunto de áreas residuais dispersas.
Trata-se de um conjunto de intervenções que têm uma matriz comum de qualificação do espaço público desta parte da cidade e de reconhecimento e dignificação da estrutura arqueológica / marca paisagística extraordinária que é a Cava de Viriato.
A intervenção na Cava incide sobre três aspectos essenciais, tendo como objectivos únicos o de promover a integridade e legibilidade formais do monumento e, por outro lado, regrar as formas da sua ‘utilização’ directa:
a) o trabalho sobre o volume de aterro (e sobre o fosso, como negativo ou complementar do anterior) no sentido da sua recomposição microtopográfica, tentando inverter processos erosivos identificáveis;
b) a definição de uma estratégia de revestimento vegetal das diferentes faces do volume, gerada a partir das circunstâncias microclimáticas específicas, particularmente ao nível de dois vectores decisivos – radiação recebida / exposição e inclinação do talude – resultando em revestimentos distintos que marcam arestas e acrescentam um sentido de posicionamento geográfico, fundamental para a compreensão do sentido do monumento;
c) a definição de um novo relacionamento funcional com o exterior e a introdução de uma lógica de percurso de visita integrado numa oferta cultural e lúdica qualificada. Esta intenção traduz-se, essencialmente, nos seguintes aspectos:
- redefinição dos sistemas de circulação; identificação clara dos espaços públicos do monumento; caracterização dos espaços envolventes exteriores, partindo do pressuposto dominante de promover uma correcta inserção urbana do monumento
- Estabelecimento de um sistema de circulação pedonal coerente, permitindo um usufruto regrado da parte pública do monumento e interligando peças fundamentais do conjunto.
- O espaço da Cava de Viriato, o tratamento do espaço público do monumento no âmbito da sua dignificação, salvaguarda a integração funcional;
- Os espaços de acompanhamento de arruamentos onde se promove uma intervenção de qualificação do espaço público e de integração, numa lógica coerente, de um conjunto de áreas residuais dispersas.
Trata-se de um conjunto de intervenções que têm uma matriz comum de qualificação do espaço público desta parte da cidade e de reconhecimento e dignificação da estrutura arqueológica / marca paisagística extraordinária que é a Cava de Viriato.
A intervenção na Cava incide sobre três aspectos essenciais, tendo como objectivos únicos o de promover a integridade e legibilidade formais do monumento e, por outro lado, regrar as formas da sua ‘utilização’ directa:
a) o trabalho sobre o volume de aterro (e sobre o fosso, como negativo ou complementar do anterior) no sentido da sua recomposição microtopográfica, tentando inverter processos erosivos identificáveis;
b) a definição de uma estratégia de revestimento vegetal das diferentes faces do volume, gerada a partir das circunstâncias microclimáticas específicas, particularmente ao nível de dois vectores decisivos – radiação recebida / exposição e inclinação do talude – resultando em revestimentos distintos que marcam arestas e acrescentam um sentido de posicionamento geográfico, fundamental para a compreensão do sentido do monumento;
c) a definição de um novo relacionamento funcional com o exterior e a introdução de uma lógica de percurso de visita integrado numa oferta cultural e lúdica qualificada. Esta intenção traduz-se, essencialmente, nos seguintes aspectos:
- redefinição dos sistemas de circulação; identificação clara dos espaços públicos do monumento; caracterização dos espaços envolventes exteriores, partindo do pressuposto dominante de promover uma correcta inserção urbana do monumento
- Estabelecimento de um sistema de circulação pedonal coerente, permitindo um usufruto regrado da parte pública do monumento e interligando peças fundamentais do conjunto.


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