Requalificação da Etar de Alcântara
A recuperação de continuidades perdidas
A intervenção desenvolve-se enquanto momento de reconfiguração territorial da morfologia do Vale de Alcântara e enquanto confronto entre naturezas distintas e complementares – espaço de encosta/espaço em cobertura. A reconfiguração é realizada no sentido da procura de um caminho definido para uma recuperação paisagística do vale, para uma recuperação de um diálogo consistente entre as presentemente desligadas encostas e para um restabelecimento de um relacionamento obstruído pelo corte imposto pela ETAR actual.
Mais a jusante, o corte acentua-se pela urbanização e transformação, ainda não concretizada, da encosta exposta a poente. Falamos de recuperação paisagística porque se tentam recuperar continuidades perdidas, tanto dos sistemas visuais, como dos ecológicos. A reminiscência da morfologia arquetípica de vale, o Vale de Alcântara, é reinterpretada por meio da reconstituição do terreno subjacente aos corredores rodoviários implantados na meia encosta.
A bioengenharia do solo da encosta proporciona uma cobertura de solo adequada, rica em diversidade de flora e visual. Em conjunto com esta actuação, promovemos a constituição da génese de um substrato pedológico capaz de suportar um coberto vegetal viável, rico na sua diversidade florística e imagética, correspondentemente decisivo para a estabilização e consolidação, para o equilíbrio dinâmico da encosta e, consequentemente, para a sua reactivação biológica e para a sua integração plena nos sistemas estruturantes – visual, ecológico, da paisagem da Cidade.
A intervenção desenvolve-se enquanto momento de reconfiguração territorial da morfologia do Vale de Alcântara e enquanto confronto entre naturezas distintas e complementares – espaço de encosta/espaço em cobertura. A reconfiguração é realizada no sentido da procura de um caminho definido para uma recuperação paisagística do vale, para uma recuperação de um diálogo consistente entre as presentemente desligadas encostas e para um restabelecimento de um relacionamento obstruído pelo corte imposto pela ETAR actual.
Mais a jusante, o corte acentua-se pela urbanização e transformação, ainda não concretizada, da encosta exposta a poente. Falamos de recuperação paisagística porque se tentam recuperar continuidades perdidas, tanto dos sistemas visuais, como dos ecológicos. A reminiscência da morfologia arquetípica de vale, o Vale de Alcântara, é reinterpretada por meio da reconstituição do terreno subjacente aos corredores rodoviários implantados na meia encosta.
A bioengenharia do solo da encosta proporciona uma cobertura de solo adequada, rica em diversidade de flora e visual. Em conjunto com esta actuação, promovemos a constituição da génese de um substrato pedológico capaz de suportar um coberto vegetal viável, rico na sua diversidade florística e imagética, correspondentemente decisivo para a estabilização e consolidação, para o equilíbrio dinâmico da encosta e, consequentemente, para a sua reactivação biológica e para a sua integração plena nos sistemas estruturantes – visual, ecológico, da paisagem da Cidade.


Projectos e Concursos Relacionados
Descubra outros projectos e concursos com tipologias semelhantes
